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Breve histórico sobre aula invertida:
Breve histórico sobre aula invertida Segundo Valente (2014) a ideia da sala de aula invertida não é nova e foi proposta inicialmente por Lage, Platt e Treglia (2000), concebida como “inverted classroom” e 4 usada pela primeira vez em uma disciplina de Microeconomia em 1996 na Miami University (Ohio, EUA). Essa abordagem foi implantada por esses autores em resposta à observação de que o formato de aula tradicional era incompatível com alguns estilos de aprendizagem dos alunos. Com isso eles planejaram a disciplina na qual os alunos realizavam, antes da aula, leituras de livros didáticos, assistiam a vídeos com palestras e apresentações em PowerPoint com superposição de voz. Para garantir que os alunos estudassem o material, eles tinham que completar uma lista de exercícios que era gerada aleatoriamente e avaliada periodicamente, valendo nota. O que é sala de aulas invertida? A sala de aula invertida, também conhecida como flipped classroom, é uma metodologia ativa de ...


O método da aprendizagem Flipped Classroom, se pontencializou ainda mais na pandemia, pois o estudante adquire conhecimento fora da sala de aula, assim o aluno tem mais autonomia e responsabilidade pessoal, desenvolvendo suas competências. Com isso muitos estudantes em todos os níveis e modalidade de ensino nesse cenario, se tornaram facilitadores e detentores de um tipo de conhecimento tecnologico, com facilidade em cursos onlines, workshop, seminário reunião.
ResponderExcluirPara falar de Sala de aula invertida é preciso falar de técnicas de ensino e
ResponderExcluirda tecnologia. A respeito de técnicas de ensino e dessa proposta, Castanho (2013,
p. 94-7) nos mostra que:
Discutir sobre técnicas de ensino remete à reflexão sobre a
apropriação, por parte dos estudantes, dos instrumentos teóricos e
práticos necessários ao equacionamento dos problemas encontrados
na prática social. Tem havido poucas tentativas de se compreender
como os diferentes discursos e práticas de sala de aula funcionam
na formação das consciências e comportamentos dos estudantes. É
nesse contexto que precisamos pensar sobre a questão das técnicas
de ensino. A técnica é sempre meio para, nunca fim. A técnica deve
ajudar a abrir perspectivas para que o estudante possa expor ver
dadeiras questões, permitindo-lhe progredir e avançar sozinho. O
diálogo abre o campo da verdade porque põe em circulação uma
pluralidade de pontos de vista.