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Considerações acerca da Sala de Aula Invertida
SALA DE AULA INVERTIDA A sala de aula invertida é comumente associada aos trabalhos do Norte Americanos Jonathan Bergmann e Aaron Sams, que a divulgaram em 2012 no livro sala de aula invertida. Professores, Bergmann e Sams iniciaram a adoção da abordagem em 2007, na disciplina de Química do Ensino Médio, para atender a estudantes atletas ausentes das aulas devido aos campeonatos que participavam. Utilizando vídeos gravados das aulas expositivas, davam a opção de os estudantes acompanharem o conteúdo e, por outro lado, ficavam desobrigados de repetir a explicação. A ideia foi bem recebida tanto entre os estudantes ausentes da aula presencial, que conseguiam aprender assistindo às gravações, quanto pelos que compareciam às aulas, que também se interessaram para auxiliar nos exames (Bergmann, Sams, 2016). A partir de então, Bergmann e Sams alteraram a dinâmica das aulas, substituindo o dever de casa pelos vídeos abordando os conceitos-chave dos conteúdos e permitindo qu...
Uma sala de aula invertida
Uma sala de aula invertida, é um modelo de ensino onde o conteúdo tradicionalmente ministrado em aula é disponibilizado para os alunos para estudo em casa, enquanto o tempo de aula é usado para atividades interativas, discussões e aplicação prática dos conhecimentos. I- Alunos assistindo vídeos em casa: Alunos assistindo a uma videoaula em seus dispositivos pessoais (computador, tablet, smartphone). Tela do computador mostrando uma videoaula com anotações do professor. II- Aula presencial com atividades interativas: Alunos em pequenos grupos discutindo um problema ou um projeto. Professor andando pela sala, ajudando grupos de alunos que estão colaborando em uma atividade. III- Ambiente de sala de aula com tecnologia: - Sala de aula equipada com dispositivos como tablets ou laptops para que os alunos possam acessar materiais e realizar atividades. Tela de projeção ou quadro interativo sendo usado pa...


O método da aprendizagem Flipped Classroom, se pontencializou ainda mais na pandemia, pois o estudante adquire conhecimento fora da sala de aula, assim o aluno tem mais autonomia e responsabilidade pessoal, desenvolvendo suas competências. Com isso muitos estudantes em todos os níveis e modalidade de ensino nesse cenario, se tornaram facilitadores e detentores de um tipo de conhecimento tecnologico, com facilidade em cursos onlines, workshop, seminário reunião.
ResponderExcluirPara falar de Sala de aula invertida é preciso falar de técnicas de ensino e
ResponderExcluirda tecnologia. A respeito de técnicas de ensino e dessa proposta, Castanho (2013,
p. 94-7) nos mostra que:
Discutir sobre técnicas de ensino remete à reflexão sobre a
apropriação, por parte dos estudantes, dos instrumentos teóricos e
práticos necessários ao equacionamento dos problemas encontrados
na prática social. Tem havido poucas tentativas de se compreender
como os diferentes discursos e práticas de sala de aula funcionam
na formação das consciências e comportamentos dos estudantes. É
nesse contexto que precisamos pensar sobre a questão das técnicas
de ensino. A técnica é sempre meio para, nunca fim. A técnica deve
ajudar a abrir perspectivas para que o estudante possa expor ver
dadeiras questões, permitindo-lhe progredir e avançar sozinho. O
diálogo abre o campo da verdade porque põe em circulação uma
pluralidade de pontos de vista.